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Grupo de Estudos em Energias Renováveis e Ambiente

Desde o início trabalhando em propostas de soluções para questões importantes que permeiam nosso planeta. Problemas relacionados à produção de energia, contaminação das nossas águas, poluição do ar, entre outros, são todos temas estudados por nossos pesquisadores.

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História do GEERA

O Grupo de Estudos em Energias Renováveis e Ambiente (GEERA) iniciou suas atividades em 2014, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) – Câmpus Inhumas, a partir da articulação de projetos de pesquisa coordenados pelos docentes Fernando Pereira de Sá e Elisangela Cardoso de Lima Borges.

 

Nesse período inicial (2014–2016), foram desenvolvidos diversos projetos voltados à área ambiental, com ênfase no tratamento de efluentes, remoção de corantes, processos de adsorção e fotodegradação, bem como estudos sobre impactos ambientais e soluções tecnológicas aplicadas.

Esses projetos estabeleceram as bases científicas e experimentais do grupo, com forte participação de estudantes de graduação e ensino técnico, consolidando um ambiente de formação voltado à pesquisa aplicada e à resolução de problemas ambientais reais.

 

A partir dessa base, o GEERA ampliou sua atuação para o desenvolvimento de tecnologias voltadas à valorização energética de resíduos, culminando na aprovação, ao final de 2014, do projeto “Termovalorização de Resíduo Sólido Urbano por Processo Aeróbio”, financiado pelo CNPq, com início de execução em 2015, o que marcou a expansão das atividades do grupo na área de bioenergia.

 

Desde então, o grupo evoluiu de um núcleo de pesquisa acadêmica para um ambiente de desenvolvimento tecnológico, com atuação integrada em biodigestão aeróbia, produção de biocombustíveis sólidos, sistemas térmicos e caracterização energética de materiais, incluindo o desenvolvimento de tecnologias protegidas por patentes e protótipos em diferentes níveis de maturidade tecnológica (TRL).

 

Atualmente, o GEERA estrutura e coordena as atividades do Laboratório de Energia e Meio Ambiente do IFG, concebido a partir das demandas de pesquisa e desenvolvimento do grupo, atuando de forma estratégica na interface entre pesquisa, inovação e setor produtivo, com foco na geração de soluções sustentáveis e escaláveis.

Sediment toxicity assessment using zebrafish (Danio rerio) as a model system: Historical review, research gaps and trends

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Sediment is an important compartment in aquatic environments and acts as a sink for environmental pollutants. Sediment toxicity tests have been suggested as critical components in environmental risk assessment. Since the zebrafish (Danio rerio) has been indicated as an emerging model system in ecotoxicological tests, a scientometric and systematic review was performed to evaluate the use of zebrafish as an experimental model system in sediment toxicity assessment. A total of 97 papers were systematically analyzed and summarized. The historical and geographical distributions were evaluated and the data concerning the experimental design, type of sediment toxicity tests and approach (predictive or retrospective), pollutants and stressors, zebrafish developmental stages and biomarkers responses were summarized and discussed. The use of zebrafish to assess the sediment toxicity started in 1996, using mainly a retrospective approach. After this, research showed an increasing trend, especially after 2014–2015. Zebrafish exposed to pollutant-bound sediments showed bioaccumulation and several toxic effects, such as molecular, biochemical, morphological, physiological and behavioral changes. Zebrafish is a suitable model system to assess the toxicity of freshwater, estuarine and marine sediments, and sediment spiked in the laboratory. The pollutant-bound sediment toxicity in zebrafish seems to be overall dependent on physical and chemical properties of pollutants, experimental design, environmental factor, developmental stages and presence of organic natural matter. Overall, results showed that the zebrafish embryos and larvae are suitable model systems to assess the sediment-associated pollutant toxicity.

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